Principais riscos de fraudes na pandemia são apresentados em live

09/07/2020

Ação IES | Covid-19

“Não é porque estamos em um período de flexibilização de licitações que os abusos estão liberados. É preciso ter controle e realizar compras dentro dos princípios legais”, defendeu Carlos Eduardo Gouvêa

 

 


A Maratona de Lives da SAHE ’21 trouxe o tema “Desafios Éticos e de Compliance para a Saúde”, no dia 8 de julho, com a participação do executivo de Relações Institucionais do Instituto Ética Saúde, Carlos Eduardo Gouvêa, e da gerente de Compliance do Hospital Albert Einstein e integrante do Conselho de Administração do IES, Vanessa Torres. Eles foram convidados do advogado Giovani Saavedra, especializado em Compliance, Governança Corporativa e Proteção de Dados e presidente do comitê científico do Masterclass de Ética e Compliance da SAHE ’21, que foi o mediador do debate.
 
Carlos Eduardo Gouvêa explicou a importância do IES reunir todos os elos da cadeia de valor da saúde. “Cada segmento que passa a integrar o Instituto – e hoje temos todos representados – é convidado a montar um grupo de trabalho que avalia os riscos daquele setor e propor eventuais soluções para mitigação. Isso tem trazido eficiência em como lidar com os riscos de corrupção”.
 
Durante a pandemia, 17 riscos de fraudes foram listados, entre eles desvios de recursos, descumprimento contratual e desperdícios em compras públicas; abusos de preços; negativas de fornecimento; descumprimento contratual privado em entregas e pagamentos; produtos de baixa qualidade e falsificações. “Os riscos são analisados de forma permanente, mas em um momento de exceção – como na pandemia – conseguimos trazer respostas mais rápidas e com a agilidade necessária justamente porque contamos com os vários atores do segmento da saúde”, destacou o executivo do IES. 
 
Ele apresentou os dois projetos recém lançados pelo Instituto Ética Saúde para coibir fraudes durante a crise da Covid-19: o Plantão de Dúvidas e a Assessoria para Aquisição de Produtos para a Saúde. “Não é porque estamos em um período de flexibilização de licitações que os abusos estão liberados. É preciso ter controle e realizar compras dentro dos princípios legais”, defendeu Gouvêa.   
 
Vanessa Torres alertou para outra questão importante, a integridade da cadeia de terceiros e fornecedores. “Não adianta fazer compliance de maneira adequada, mas comprar de fornecedor que tenha má prática e que eventualmente coloque em risco o paciente. Procuramos fornecedores que tenham alinhamento com nossos procedimentos e princípios”, finalizou. 
 
Para assistir a Live na íntegra, clique aqui.
 

Galeria de Fotos